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	<title>Arquivo de contábil - YKP</title>
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	<description>Há 34 Anos Antecipando Soluções Para Gestão de Negócios</description>
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	<title>Arquivo de contábil - YKP</title>
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		<title>Tributos pagos a maior: Empresas Brasileiras que podem recuperar esses valores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marketing YKP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 14:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação de Crédito Previdenciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A complexidade do sistema tributário brasileiro tem gerado um impacto significativo nas finanças das empresas do país. Um levantamento recente do Grupo AG revelou que 99% das empresas pagam tributos acima do exigido por lei. Esse cenário levanta questões cruciais sobre a carga tributária, os desafios enfrentados pelos empresários e as oportunidades de recuperação de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A complexidade do sistema tributário brasileiro tem gerado um impacto significativo nas finanças das empresas do país. Um levantamento recente do Grupo AG revelou que 99% das empresas pagam tributos acima do exigido por lei. Esse cenário levanta questões cruciais sobre a carga tributária, os desafios enfrentados pelos empresários e as oportunidades de recuperação de créditos fiscais.</span></p>
<p><b>O Problema da Cobrança Tributária Indevida</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">A cobrança tributária indevida não é um problema novo no Brasil. Em 2024, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) já apontava que aproximadamente 95% das empresas brasileiras recolhiam tributos indevidamente. Isso afeta diretamente a liquidez, a gestão financeira e a capacidade de reinvestimento das empresas, além de impedir a correção monetária de tributos pagos a maior dentro dos prazos de prescrição.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A principal causa desse problema é a complexidade do sistema tributário brasileiro. Com milhares de normas em vigor, muitas empresas enfrentam dificuldades para cumprir corretamente suas obrigações fiscais. Segundo Douglas Farah, co-CEO do Grupo AG, menos de 1% das empresas analisadas estão em plena conformidade com a legislação. As empresas menores, por possuírem uma estrutura mais enxuta, têm maior facilidade para manter o controle de seus tributos, diferentemente das grandes corporações, que lidam com regulamentações mais complexas.</span></p>
<p><b>Como Reduzir a Carga Tributária</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Uma das soluções mais eficazes para combater a cobrança indevida de tributos é a recuperação de tributos pagos a maior. Empresas com folha de pagamento a partir de R$ 800 mil por mês podem economizar até 30% por meio da restituição de valores pagos a maior. Esse tipo de revisão tributária pode abranger não apenas tributos sobre a folha de pagamento, mas também outros impostos, aumentando o potencial de recuperação.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A Receita Federal tem observado um crescimento na recuperação de tributos. Em 2023, aproximadamente R$ 250 bilhões foram recuperados por meio de processos administrativos e judiciais. Essa tendência, antes restrita às grandes corporações, agora também é adotada por médias e pequenas empresas, que buscam manter sua competitividade no mercado.</span></p>
<p><b>Pagamentos Indevidos e Pagamentos a Maior</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Existem duas categorias principais de equívocos tributários: pagamento indevido e pagamento a maior.</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pagamento indevido:</b><span style="font-weight: 400;"> ocorre quando um tributo é recolhido sem exigibilidade legal. Isso pode resultar de falhas operacionais, interpretação errônea da legislação ou inconsistências nos cálculos fiscais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Pagamento a maior:</b><span style="font-weight: 400;"> acontece quando o tributo é recolhido em um valor superior ao devido. Esse erro pode ser causado por falhas nos cálculos ou problemas administrativos no processamento dos pagamentos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, se uma empresa deveria pagar R$ 6.000 em impostos, mas efetua o pagamento de R$ 12.000, ela terá um excedente de R$ 6.000, passível de restituição ou compensação tributária.</span></p>
<p><b>Como Solicitar a Restituição</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">A legislação brasileira permite que os contribuintes solicitem a devolução de tributos pagos indevidamente. A Lei nº 9.430/1996 e a Instrução Normativa RFB nº 2.055/2021 estabelecem que a solicitação pode ser feita de forma eletrônica através da Receita Federal, permitindo que o valor seja restituído ou utilizado para compensação de tributos futuros.</span></p>
<p><b>O Impacto do Fim da Desoneração da Folha de Pagamento</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Uma mudança tributária significativa ocorrerá a partir de 2025, quando a desoneração da folha de pagamento será gradualmente extinta. A medida, que estava em vigor desde 2011, permitia que determinados setores econômicos substituíssem a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamento por uma alíquota sobre a receita bruta. Com a extinção progressiva desse benefício, os custos trabalhistas aumentarão gradualmente até 2029, impactando setores como transporte, tecnologia e construção civil.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Diante desse cenário, as empresas precisarão reforçar suas estratégias de gestão tributária para minimizar impactos financeiros. Revisar tributos pagos indevidamente pode ser uma alternativa viável para aliviar a nova carga tributária e manter a sustentabilidade financeira.</span></p>
<p><b>Conclusão</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">A cobrança indevida de tributos é um problema estrutural no Brasil, mas há formas de minimizar seus efeitos. A recuperação de créditos tributários é uma estratégia eficaz para reduzir custos operacionais e melhorar a saúde financeira das empresas. Com a digitalização dos processos fiscais e o acesso a consultorias especializadas, mais empresas poderão adotar práticas proativas na gestão de tributos, garantindo maior eficiência e competitividade no mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">🚀 Se você deseja maximizar os resultados financeiros da sua empresa e evitar prejuízos com tributos pagos indevidamente, a recuperação tributária é a solução ideal. Não deixe dinheiro na mesa! Adquirir serviços especializados pode resultar em uma economia significativa e aumentar a competitividade do seu negócio. Entre em contato com especialistas em recuperação tributária e descubra como podemos ajudar sua empresa a recuperar valores pagos a mais e otimizar seus tributos. Não perca essa oportunidade de melhorar o fluxo de caixa e garantir o crescimento sustentável da sua empresa!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">📄Fonte: </span><a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/69390/estudo-revela-que-maioria-das-empresas-no-brasil-paga-tributos-a-mais/"><span style="font-weight: 400;">https://www.contabeis.com.br/noticias/69390/estudo-revela-que-maioria-das-empresas-no-brasil-paga-tributos-a-mais/</span></a><span style="font-weight: 400;">  </span></p>
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		<title>Veja 4 Passos para adequar sua Empresa à IFRS 16</title>
		<link>https://www.ykp.com.br/veja-4-passos-para-adequar-sua-empresa-a-ifrs-16/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[YKP Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 18:52:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[contábil]]></category>
		<category><![CDATA[IFRS 16]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja 4 Passos para adequar sua Empresa à IFRS 16 &#160; A IFRS 16 (CPC 06), trouxe grandes desafios para empresas com perfil arrendatário no mundo todo. Com tantos desafios, muitas companhias não conseguiram se preparar o suficiente e, por isso, não estão plenamente preparadas e nem adequadas para IFRS 16. A PwC realizou uma...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1>Veja 4 Passos para adequar sua Empresa à <strong>IFRS 16</strong></h1>
<p>&nbsp;</p>
<p>A IFRS 16 (CPC 06), trouxe grandes desafios para empresas com perfil arrendatário no mundo todo. Com tantos desafios, muitas companhias não conseguiram se preparar o suficiente e, por isso, não estão plenamente preparadas e nem adequadas para IFRS 16.</p>
<p>A PwC realizou uma entrevista com 400 executivos e mais da metade (55%), afirma não ter feito uma transição ideal para cumprir a longo prazo as exigências da IFRS 16.</p>
<p>Entre as dificuldades mais comuns estão a falta de orientações da norma e a maneira de como identificar a maneira correta de tratar operações de arrendamento; comunicação com investidores; e o aproveitamento de dados.</p>
<p>Mas a principal delas é a falta de implementação de um procedimento interno que seja efetivo e um sistema de TI apropriado para a norma.</p>
<p>Com este contexto, elaboramos este conteúdo para apontar quatro passos importantes para adequação a norma IFRS 16.</p>
<h3>04 passos para Adequação à IFRS 16</h3>
<p>Cada empresa deve avaliar os seus processos, recursos e profissionais necessários para garantir a melhor adequação possível à norma. Mas alguns passos simples servem para orientar as mudanças e a tomada de decisões.</p>
<h6>         1. Organize os bancos de dados</h6>
<p>Conhecer o tamanho do problema é o primeiro passo.  Para isso, é preciso fazer uma avaliação cuidadosa de todos os contratos que possam conter alguma operação de arrendamento.<br />
O ideal é que você identifique as principais informações nos contratos e organize-as em bancos de dados. Eles serão fundamentais para saber quais operações devem constar no balanço e para mensurar valores.<br />
Planilhas e procedimentos manuais funcionam bem até certo ponto e, talvez, por algum tempo.</p>
<h6>         2. Considere colocar em prática os julgamentos contábeis</h6>
<p>Com a atualização do banco de dados, é hora de aplicar a norma por meio do julgamento contábil.</p>
<p>A segunda etapa geralmente requer o estabelecimento de critérios específicos (coerentes e bem definidos) para determinar a carteiras de locação, determinar prazos e taxas de desconto, entre outros fatores, variáveis ​​relacionadas ao pagamento do arrendamento e incentivos de locação também devem ser consideradas.</p>
<p>É importante lembrar que esses julgamentos podem ter um impacto significativo no balanço da empresa e em alguns indicadores de desempenho.</p>
<h6>         3. Pondere os impactos que a norma terá nos resultados</h6>
<p>Quanto mais consistentes e claros forem os julgamentos contábeis usados, mais fácil será medir o impacto da adequação nas métricas da empresa e comunicá-las aos investidores.</p>
<p>Avaliar o impacto potencial nas demonstrações financeiras é fundamental para entender como essa adequação contábil afeta a saúde e o desempenho da organização.</p>
<p>Ao confirmar o arrendamento no balanço patrimonial, é necessário registrar as obrigações por pagamentos futuros e os ativos relacionados ao direito de uso.</p>
<p>Essa mudança afeta diversos indicadores como dívida e liquidez, EBIT, EBITDA, fluxo de caixa operacional e capital de giro.</p>
<h6>         4. Detenha controles, sistemas e processos adequados</h6>
<p>Mesmo com todos os contratos atualizados, o processo continua. Os dados do aluguel devem ser precisos e completos, os julgamentos contábeis devem ser mantidos atualizados e os lançamentos contábeis devem ser quantificados regularmente.</p>
<p>Assim, que a adequação a IFRS 16 se traduza em uma gestão estratégica dos arrendamentos, é necessário ter um entendimento claro das operações (macro e análise) e das previsões em diferentes situações.</p>
<p>Esse monitoramento pode fornecer base para a tomada de decisões e delinear estratégias para redução de custos e gerenciamento de riscos, e também para se comunicar de maneira assertiva com investidores.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Além de atender à norma, as etapas acima também trazem uma série de benefícios para a equipe responsável pela gestão de arrendamentos e para toda a empresa.</p>
<p>Informações seguras, melhor gerenciamento de tempo, maior produtividade e transparência. Você pode se tornar mais eficiente apenas organizando e otimizando os processos internos.</p>
<p>No entanto, o uso de software especializado para se adaptar ao IFRS 16 trará os benefícios a um nível superior, pois apenas a tecnologia pode apoiar a gestão estratégica com recursos, como contabilidade automática e integração com ERP, atualizações técnicas e jurídicas, e a geração de relatórios dinâmicos, entre outros.</p>
<p>A <a href="https://www.ykp.com.br/">YKP</a> é líder em soluções de tecnologia de tesouraria e planejamento financeiro para grandes e médias empresas.</p>
<p>A WFN Lease fornece todos os recursos necessários para gerenciar arrendamentos e contratos de locação de maneira eficaz, flexível e segura.</p>
<p>Quer saber mais sobre os recursos do sistema e como podemos atuar no processo de adequação da sua empresa à norma IFRS 16? <a href="https://www.ykp.com.br/#faleconosco">Solicite um contato hoje mesmo!</a></p>
<p>Você também pode encontrar conteúdos como este no <a href="https://www.gesplan.com.br/blog">Blog Gesplan</a></p>
<p>Compartilhe este conteúdo e ajude quem precisa adequar sua empresa à <strong>IFRS 16!</strong></p>
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		<title>Veja os Impactos nas Análises Contratuais após a IFRS 16 / CPC 06</title>
		<link>https://www.ykp.com.br/veja-os-impactos-nas-analises-contratuais-apos-a-ifrs-16-cpc-06/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[YKP Administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2020 12:50:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[contábil]]></category>
		<category><![CDATA[IFRS 16]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Impactos em Análises Contratuais após a IFRS 16 / CPC 06 &#160; A norma IFRS 16 está em vigor desde Janeiro de 2019 e trouxe algumas mudanças consideráveis para as empresas no reconhecimento de seus ativos e passivos. Em consequência dessas alterações e com base em esclarecimentos e interpretações que frequentemente são emitidos sobre o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Impactos em Análises Contratuais após a IFRS 16 / CPC 06</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>A norma IFRS 16 está em vigor desde Janeiro de 2019 e trouxe algumas mudanças consideráveis para as empresas no reconhecimento de seus ativos e passivos.</p>
<p>Em consequência dessas alterações e com base em esclarecimentos e interpretações que frequentemente são emitidos sobre o assunto, algumas dúvidas ainda podem surgir quanto aos impactos da norma nas demonstrações financeiras e nos balanços patrimoniais.</p>
<h5><strong>Mudanças a partir da Regulamentação<br />
</strong></h5>
<p>O que anteriormente era tratado como despesas de contraprestação com arrendamento, agora, com a regulamentação, soma-se às despesas de juros e depreciação, substituindo o cálculo das despesas operacionais.</p>
<p>As empresas devem realizar o cálculo a partir do direito de uso e do passivo de arrendamento, tornando visível obrigatoriamente no balanço patrimonial. Sendo assim, o direito de uso passa a ser depreciado conforme o prazo de utilização do ativo, sendo o passivo também descontado conforme fluxo de pagamentos, juntamente com o reconhecimento dos juros como uma despesa financeira.  O locatório não terá mais a despesa com o aluguel mensal, ele terá a despesa de juros somada à depreciação.</p>
<h5><strong>O antes e depois dos Contratos de Arrendamento</strong></h5>
<p>O grande objetivo da IFRS 16 é aprimorar a forma como são realizados e analisados os contratos de arrendamento. Antes da norma, apensas os contratos de Arrendamento Mercantil eram avaliados, cuja análise tinha a intenção de visualizar a presença de características de Arrendamento Operacional ou Financeiro.</p>
<p>Após a implementação da IFRS 16, a abordagem passou a ser diferente. Hoje, a análise é efetuada em todos os contratos de empresa que tenham o controle de ativo identificado, de modo a avaliar se  no contrato contém componentes de Leasing ou não. De forma resumida, se no contrato consta o direito do contratante a controlar qualquer ativo onde exista um pagamento mensal por uso de um bem, será feita a avaliação.</p>
<h5><strong>Qual o impacto nos Indicadores e o que Precisa ser redefinido?</strong></h5>
<p>Algumas métricas financeiras e indicadores de desempenho também sentem as mudanças da norma. Veja o impacto nas principais demonstrações:</p>
<p><strong>Balanço Patrimonial (BP)</strong>: com a alteração dos valores sendo apresentada na demonstração financeira, há implicitamente a diminuição do Índice de Endividamento no Patrimônio Livre do passivo e também da liquidez corrente e do giro do ativo.</p>
<p><strong>Demonstração de Resultados do Exercício (DRE)</strong>: com as despesas financeiras do passivo e a depreciação do ativo sendo reconhecidas, há um aumento do Lucro das operações.</p>
<p><strong>EBITDA</strong>: com o cálculo das despesas operacionais sendo substituído pelo resultado da soma entre juros  e depreciação, há o aumento do EBITDA e dos indicadores de rentabilidade e lucratividade.</p>
<p><strong>Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC)</strong>: o efeito é indireto, pois não altera o pagamento. O pagamento de juros é registrado como atividade operacional e o pagamento de aluguel como atividade de financiamento.</p>
<h5><strong>Como a pandemia Impactou nos Contratos de Arrendamento?</strong></h5>
<p>Embora a pandemia tenha trazido complicações também nas finanças, os efeitos contábeis desses rearranjos demandam atenção das empresas para aplicação adequada dos requerimentos da normativa IFRS 16.</p>
<p>Todavia, o <a href="https://www.ifrs.org/news-and-events/2020/05/iasb-issues-amendment-to-ifrs-standard-on-leases/">International Accounting Standards Board (IASB)</a> emitiu alterações à norma, que diz o seguinte: &#8220;<em>A alteração isenta os locatários de terem que considerar os contratos de locação individuais para determinar se as concessões de aluguel que ocorrem como uma consequência direta da pandemia covid-19 são modificações de locação e permite que os locatários contabilizem tais concessões de aluguel como se não fossem modificações de locação. Aplica-se às concessões de aluguel relacionadas à covid-19 que reduzem os pagamentos do arrendamento vencidos em ou antes de 30 de junho de 2021</em>.”</p>
<p>Isso porque, com a pandemia, muitos contratos de arrendamento foram renegociados, o que resulta em efeitos contábeis para os arrendadores e, consequentemente, a obrigação de remensurar o ativo de direito de uso e passivo de arrendamento.</p>
<p>Com impactos tão importantes para as demonstrações e balanços, fica evidente e clara a necessidade de estar em conformidade com a IFRS 16. Dentro deste cenário, a YKP oferece o <a href="https://www.ykp.com.br/areas-de-atuacao/gestao-de-locacoes-e-arrendamentos-ifrs16/">WFN Lease</a>.</p>
<p>A solução foi desenvolvida para administrar os contratos de locações arrendamentos, além de acompanhar constantemente as atualizações da norma, adequando-as ao sistema.</p>
<p>Validado por empresas auditadas por Big Four, o WFN Lease IFRS 16, permite calcular projeções de reajustes contratuais, gerenciar os ativos arrendados da empresa, realizar o reconhecimento financeiro e contábil do saldo dos contratos ao valor presente, facilitar a contabilização de forma automática e integrada; e analisar tudo isso através de relatórios dinâmicos. Quer saber mais sobre os recursos do sistema e como podemos atuar no processo de adequação da sua empresa à norma IFRS 16? <a href="https://www.ykp.com.br/#faleconosco">Solicite um contato hoje mesmo!</a></p>
<p>Você também pode encontrar conteúdos como este no <a href="https://www.gesplan.com.br/blog">Blog Gesplan</a></p>
<p>Compartilhe este conteúdo e ajude quem precisa compreender os impactos da IFRS 16!</p>
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